Palestrantes
Segue abaixo a lista de palestras e seus palestrantes.
A droga do Talento
O que é e quanto vale o talento? Qual o papel da criatividade em tempos de guerra? Não existe uma fórmula mágica ou receita de bolo para o desempenho criativo? Apresentaremos um pouco sobre a evolução do pensamento em função das novas necessidades contemporâneas. POÇ – Programação Orientada a Criatividade: porque o seu produto, assim como você, está em constante evolução.
Alessandro Martins
Analista de sistemas. Atua na área deste o ano de 1996. Teve contato com automação industrial, aplicações desktop e atualmente com arquitetura de aplicativos web. Nas horas vagas, escreve romances, contos e artigos em http://aleuai.com.br/blog
Aplicações móveis com Android
O Android é a plataforma móvel criada pelo Google em 2007 e a que mais cresce no mundo hoje. A palestra aborda o desenvolvimento para Android para programadores Java, mostrando as facilidades da plataforma e recursos avançados e divertidos.
Sérgio Lopes
Bacharelando em Ciência da Computação na USP, desenvolvedor desde 2002 e coordenador da unidade de São Paulo. Possui as certificações de programador (SCJP) e arquiteto (SCEA5), é moderador do GUJ e ativo participante da comunidade através de palestras, cursos e artigos. Trabalha com Java para Web e dispositivos móveis, além de ministrar vários cursos na Caelum.
BDD e Integração Contínua
Relato de experiência com algumas técnicas Extreme Programming como BDD e Integração Contínua. Quais ferramentas usamos e criamos para ajudar o time a ser ágil. Como testar javascript, teste de integração com cucumber com ajax ou sem ajax, signal, inploy, CCmenu, dentre outros serão abordados com direito a livecoding.
Ricardo Almeida
Formado em Ciências da computação na PUC-SP em 2002 e pós graduado pela FIAP. Trabalho com métodos ágeis desde 2007 e atualmente com projetos Ruby on Rails na Gonow. Escreve para blogs Visão Ágil e Manifesto na Web.
Cartas do Front - o que dois anos de experiência em aplicações Ruby e Rails em produção me ensinaram
Nessa apresentação vou mostrar dicas, técnicas e pensamentos desenvolvidos ao longo de dois anos de trabalho com aplicações Ruby e Rails em produção. Serão abordados temas como: os perigos do cargo cult programming (copiar e colar código de outros sem entender seus efeitos), domain-driven Rails (diminuindo acoplamento e melhorando a testabilidade através de técnicas de OO), estratégias de caching (algo muitas vezes ignorado em nossa comunidade, mas de extrema importância), técnicas de TDD e BDD e outros tópicos.
Lucas Húngaro
Desenvolvedor de software profissional há 9 anos, sendo pouco mais de 2 com Ruby e Rails, foca seu trabalho em técnicas de OO, TDD e BDD e métodos ágeis. Atualmente trabalha na Spix, criadora do Busk.com
Case CMS Abril - System of Systems e Arquitetura (quase) Caótica
Ao aceitar que organizações são sistemas amplos, orgânicos e complexos, devemos adaptar nossa arquitetura a esta realizade. Como viabilizar um enterprise system que se adapte com a velocidade necessária as mudanças de requisitos, conflitos de necessidades dentro deste paradigma?
Para tanto, será explorada a teoria de Sistemas Complexos Adaptáveis e Emergência x BDUF, System of Systems e REST Archtectural Style e como estes conceitos estão ajudando a Abril a construir o parque de aplicações que suporta a publicação de mais de 100 sites e provê mais de 300 milhões de requests/mês.
David Lojudice
Arquiteto de Sistemas da Vice Presidência de Iniciativas Digitais do Grupo Abril.
Arquiteto de Sistemas, formado em Ciência da Computação, pós-graduação em Sistemas, trabalha a 12 anos na área. Aplica metodologias ágeis a pelo menos 5 anos e tenta usar os mesmos princípios em arquitetura de sistemas.
Especialista em sistemas distribuídos e de alta escalabilidade, já trabalhou em diversos setores, como telecom, bancário e securitário, trabalha atualmente com internet, onde esta envolvido no desenvolvimento do CMS distribuído para o Grupo Abril, aplicando REST e arquitetura emergente.
Escreve aleatóriamente no blog C Que Sabe
Código limpo
Já se sentiu perdido numa refatoração?
Não soube avaliar se ela estava ajudando ou piorando?
Fica sem argumentos ao discutir a qualidade de um código?
“Refatorar” já faz parte do vocabulário de muitos de nós e até das nossas atividades, mas nem sempre fica claro quando devemos refatorar e, principalmente, porquê fazemos uma ou outra refatoração.
Nessa palestra, meu objetivo é provocar a plateia com códigos Java, Ruby e Python em diversas versões indo do illegível ao hyper-fatorado apresentando argumentos em defesa ou em ataque de cada exemplo.
Hugo Corbucci
Hugo Corbucci é mestrando em Ciências da Computação do IME/USP com o tema “Aplicação de Métodos Ágeis ao Desenvolvimento de Software Livre”. Ele é fundador e coordenador do projeto Archimedes – The Open CAD e organizador do Coding Dojo São Paulo.
Foi professor nos cursos de verão do IME/USP onde também atuou como assistente de ensino no curso de Programação Extrema da graduação. Também já ministrou cursos sobre métodos ágeis no ICMC e foi palestrante em conferências nacionais e internacionais além ser um dos organizadores da Agile Brazil 2010.
Já foi desenvolvedor e assessor em métodos ágeis na Maps Risk Management Solution no período de adoção de Scrum da empresa. Atualmente é sócio-fundador da Agilbits e atua como programador e líder de projetos desenvolvendo sistemas desktop com Java usando a plataforma Eclipse RCP e sistemas web com Ruby usando Rails. É apaixonado por programação e trabalho em equipes além de ser um assíduo escalador.
Computação Física com Arduino - Materializando seus programas
A Computação Física permite que você consiga ver e tocar sua aplicação, indo além dos limites de um monitor ou outros recursos tradicionais. Nesta apresentação irei mostrar como utilizar uma ferramenta, conhecida como Arduino, para você construir e programar suas ideias, ou mesmo tornar a eletrônica com uma hobby.
Arduino é uma plataforma open-source (open hardware) onde o usuário é capaz de criar uma infinidade de dispositivos, interativos, robóticos, artísticos, etc através de uma linguagem de programação e uma porta USB.
Radamés Ajna
Bacharelando em Física pela USP
Estuda Sistemas inteligentes, redes neurais, teoria da informação e Robótica.
Ministra workshops sobre temas como Arduino, robótica, eletrônica, programação.
Atualmente trabalha em um empreendimento Social de fomento a TI para o terceiro setor NGOffice.
Ecossistema do Desenvolvimento Ágil
Para ser ágil, você precisa ser capaz de eliminar os obstáculos. Muito se fala sobre os métodos ágeis com foco em gestão: Iterações, cliente presente, sprint planning, etc.
Mas e durante o sprint? Como produzir com agilidade? Nesta palestra, vamos explorar os fundamentos práticos de técnicas como: controle de versão, integração contínua, one click deploy, programação em par, entre outras. Veremos como elas se relacionam com o processo iterativo e incremental, criando um ciclo de desenvolvimento sustentável.
Henrique Bastos
É apaixonado por desenvolvimento de software! Trabalha na Myfreecomm, criando sistemas com Métodos Ágeis, Python e Software Livres. Está constantemente presente nas comunidades de software organizando eventos e encontros, ministrando palestras, cursos e evangelizando o desenvolvimento sustentável de software, no Brasil e no exterior. Dentre muitas iniciativas, foi um dos organizadores do Dev in Rio 2009 e das caravanas PythonCampus que visitam universidades promovendo a integração entre alunos e o mercado de tecnologia através de software livre.
NodeJS - A performance que eu sempre quis ter
Essa palestra tem por objetivo dar uma introdução ao NodeJS, apresentando as características e motivações da tecnologia. Seram abordados as seguintes questões:
Por que usar?
Quando usar?
Como desenvolver uma aplicação web?
Como gerenciar pacotes node.js?
Como fazer testes automatizados?
Como fazer Deploy em produção?
A intenção é mostrar tudo isso e deixar uma aplicação de exemplo num repositório público no Github
Emerson Macedo
É Arquiteto/Desenvolvedor de Software com mais de 12 anos de experiência. Atualmente trabalha na globo.com, sediado no Rio de Janeiro. Possui vasta experiência nos ramos de telecomunicações, seguros, bancos, portais, entre outros.
Entusiasta de metodologias ágeis, também é professor de cusos de extensão em faculdades. Escreve regularmente em seu blog de tecnologia – Codificando e no blog Visão Ágil
O design e a interface no mundo da programação
Chega uma hora em que é necessário quebrar as paredes entre design, interface e sistema.
Qual é o papel do (web) designer e do front-end developer no mundo dos sistemas? O que eles devem saber sobre programação e sobre o trabalho dos back-end developers, e vice-versa? Nesta palestra pretendo mostrar o que o designer e o front-end developer fazem no processo de desenvolvimento, como eles podem ajudar e ser ajudados, e provar que os designers, front-end e back-end developers devem andar juntos e compartilhar conhecimentos
Eduardo Shiota Yasuda
Fui front-end developer na WebCo/Abril Digital, evangelizando a semântica, a clareza e a validação do HTML e as boas práticas no CSS e JavaScript. Atualmente trabalho no SWAT Team (Strategic Worldwide Applications and Technologies) do grupo Naspers/MIH.
Por que eu sou fanático por testes e você é um bundão
O test-driven development é uma prática usual e encorajada há anos pelos maiores desenvolvedores da atualidade como Martin Fowler, autor de diversos livros sobre o tema. Entretanto é uma prática quase não utilizada e pouco adotada em empresas sob a desculpa de que toma muito tempo ou de que o teste do seu software é realizado ao fim do projeto. Argumentos como esse são de pessoas que não sabem do que se trata o test-driven develpoment.
Ao se utilizar test-driven development o ""tempo perdido"" é recuperado na redução do número de bugs, rastreamento do impacto de mudanças, baixo acoplamento entre as classes do software, especificações executáveis e outros.
Em geral quem busca informações sobre test-driven development o faz por espontânea vontade, em busca de uma melhor forma de desenvolver, ou por trabalhar num projeto onde é exigência. Em livros este tema é tratado de maneira tradicional também.
A idéia desta apresentação não é ser uma coisa tradicional. A apresentação é uma peça teatral que contará a história de um desenvolvedor que está tendo problemas de bugs, prazo estourado entre outros e de um desenvolvedor que usa o test-driven development em seus projetos.
Durante o decorrer serão apresentados os problemas comuns durante um projeto de software e sobre como o test-driven development ajuda a resolve-los. A idéia é bagunçar a idéia dos desenvolvedores e faze-los pensar.
Essa apresentação já foi realizada 2 vezes, uma no Latinoware 2009 e outra num evento local no Rio de Janeiro, sendo um grande sucesso em todas as duas exibições. Mais algumas informações sobre a peça estão no post em meu blog. Os ""atores"" apesar de não terem nada de profissional em relação a arte teatral dão conta do recado e conseguem muitas risadas do público.
Silvestre Mergulhão
Bacharel em Sistemas de Informação pela UNIRIO formado em 2006. Conheci os principios ágeis em meados de 2007 e tive o grande prazer de trabalhar no Projeto Lucidus, tendo como couch XP o Vinicius Teles.
Durante o Lucidus foi formado um grupo que se reunia toda segunda após o expediente para beber cerveja esperando a hora do rush passar. Mais de um ano depois do fim do projeto, o grupo cresceu e continua se encontrando. A cada segunda temos mais conversas sobre desenvolvimento, linguagens e tudo mais, mas principalmente: cerveja! Em nosso blog atualizamos semanalmente os #facts. No ano passado saiu o Dev in Rio e acabamos de lançar o Manifesto com o que acreditamos.
Atualmente sou CTO do site Redeparede.com.br, gerenciando um pequeno time remoto de desenvolvimento. No início quase não tínhamos cobertura de testes e boa parte do que existia estava quebrado. Tínhamos problemas frequentes com leak de memória e slow queries. Todo o site está sendo reestruturado. Hoje temos uma cobertura de testes aceitável, utilizamos 1/4 da quantidade original de servidores e nem monitoramos mais as slow queries, pois elas são inexistentes. Isso foi realizado utilizando os valores, princípios e práticas do XP como: coragem, simplicidade, melhoria contínua, baby steps, testes automatizados, releases frequentes e por aí vai.
Paralelo a tudo isso eu palestrei pelo Brasil sobre diversos assuntos. Veja meu currículo.
Henrique Andrade
Coordenador do Setor de Desenvolvimento de Sistemas da Coordenação de Ensino à Distância da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (CEAD-UNIRIO). Bacharel em Sistemas de Informação. Mestrando em Engenharia de Sistemas e Computação na COPPE-UFRJ. Professor de Emprrendedorismo e Ética Profissional no curso Tecnologia em Sistemas e Computação na Universidade Federal Fluminense (UFF).
Organizador do Fórum de Software Livre do Rio de Janeiro. Membro atuante do SL-RJ. Tem palestras ministradas em eventos como FISL, CONISLI, LATINOWARE e ETS, sendo que nos 2 últimos foi apresentada a esquete teatral “Por que sou fanático por testes e você é um bundão?” junto de Sylvestre Mergulhão.
Programação Funcional e Concorrente para JVM com Clojure
Clojure é uma linguagem de programação funcional para JVM que vem crescendo muito em popularidade, apesar de ter sido criada há apenas dois anos. Esta linguagem, que possui muitas semelhanças com Lisp, dá a devida atenção a uma característica cada vez mais presente – e necessária – nos softwares modernos: concorrência.
Esta palestra dará aos participantes uma breve introdução à linguagem de programação Clojure, passando por aspectos importantes da Programação Funcional e mostrando como tais aspectos ajudam na solução de problemas corriqueiros de concorrência de uma forma simples e elegante.
Daniel Martins
Daniel Martins é graduado em Sistemas de Informação e desenvolve softwares como hobby e profissão desde 2000. Fundador da Destaquenet Soluções, uma empresa voltada à prestação de serviços baseados em software livre, ele possui especialização na plataforma Java e utiliza a tecnologia há vários anos, sendo programador e desenvolvedor web certificado pela Sun Microsystems. Também se interessa por assuntos ligados à cultura open source, metodologias ágeis, engenharia de software, frameworks e linguagens dinâmicas tais como Python, Ruby e, obviamente, Clojure.
RIP: Rest In Peace - RESTFul WebServices
O objetivo da palestra é apresentar aos participantes os recursos da especifição JSR-311 (JAX-RS: Java™ API for RESTful Web Services).
Será utilizado o framework JBOSS RESTEasy para exemplificar como agora é possível – de maneira simples e prática – integrar diferentes plataformas e recursos através da utilização do protocolo HTTP.
Arthur Cesar Oreana
Graduado em Sistemas de Informação com experiência no desenvolvimento de sistemas para alta e baixa plataforma, tendo como foco principal a arquitetura de aplicações JAVA EE.
Atualmente trabalha na área de pré-vendas da Powerlogic S.A. onde é o responsável por apresentar a solução ALM (Application Lifecycle Management) desenvolvida pela empresa, com frameworks próprios que abrangem as seguintes etapas: especificação, desenvolvimento, testes, integração contínua, segurança, portal, etc.
Ruby e Erlang de mãos dadas.
Ruby é uma das linguagens que mais cresceu nos últimos anos, com várias utilidades a linguagem vem tomando terreno principalmente na área de aplicações web, já Erlang é uma linguagem relativamente antiga mas quem tem entrado em cena principalmente pela sua performance e aplicações concorrentes.
Queremos mostrar como essas duas linguagens pode interagir, e quais os benefícios e porque não os malefícios dessa união. Para exemplificação de aplicações usaremos a lib rinterface, que permite a integração entre nós Erlangs e seu código em ruby. Com isso pretendemos demonstrar como ruby pode se beneficiar do poder de processamento e escalonamento de Erlang e esta por sua vez ganha com a meta programação e a facilidade em escrever testes de Ruby.
Éverton Ribeiro
Antes de um tudo um cientista maluco, louco por desenvolvimento e computação física, mas atualmente desenvolvedor da equipe de Pesquisa da Abril, tendo trabalhado vários anos como desenvolver web até mesmo como administrador de redes, atualmente desenvolve libs e aplicação de background para o Grupo Abril, voltadas as áreas inovadores como Extração de Entidades, Classificação de Texto e entre outros projetos malucos. Um aficionado por competições de programação, já ganhou duas Arenas de Programação do FISL, a primeira em 2008, com desenvolvimento de um leitor de Open Documents para plataforma Maemo, e a segunda em 2010 com a aplicação dalas, um analisador de logs genérico que a principio conta com um module de analise para MTA’s, além de finalista na competição de desenvolvimento móvel realizada em 2009 pela da Intel para plataforma Moblin (atualmente Meego), com uma aplicação para gerenciamento de podcast, tendo sua aplicação escolhida como a melhor pelo publico do evento. Para saber mais sobre projetos de uma olhada no github ou blog
Tudo sobre o Dev in Sampa está sujeito à alteração sem aviso prévio. Porém, nossos comunicados serão feitos através no nosso canal no twitter, então fique ligado!


